sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Música do mês
Eu não paro - Ana Carolina
Quando eu vou parar e olhar pra mim
Ficar de fora
E olhar por dentro
Se eu não consigo
Organizar minhas idéias
Se eu não posso
Se eu esqueço de mim?
E eu pensei que fosse forte
Mas eu não sou
Quando eu vou parar pra ser feliz
Que hora
Se não dá tempo
Se eu não me encontro
Nos lugares onde eu ando
Nem me conheço
Viro o avesso de mim?
Se eu não sei o que é sonhar
Faz tanto tempo
Tanto mar
E o meu lugar
É aqui?
Uma rua atravessada em meu caminho
Nos meus olhos
Mil faróis
Preciso aprender a andar sozinho
Pra ouvir minha própria voz
Quem sabe assim
Eu paro pra pensar em mim
Quem sabe assim
Eu paro pra pensar em mim
Quando eu vou parar e olhar pra mim
Ficar de fora
E olhar por dentro
Se eu não consigo
Organizar minhas idéias
Se eu não posso
Se eu esqueço de mim?
E eu pensei que fosse forte
Mas eu não sou
Quando eu vou parar pra ser feliz
Que hora
Se não dá tempo
Se eu não me encontro
Nos lugares onde eu ando
Nem me conheço
Viro o avesso de mim?
Se eu não sei o que é sonhar
Faz tanto tempo
Tanto mar
E o meu lugar
É aqui?
Uma rua atravessada em meu caminho
Nos meus olhos
Mil faróis
Preciso aprender a andar sozinho
Pra ouvir minha própria voz
Quem sabe assim
Eu paro pra pensar em mim
Quem sabe assim
Eu paro pra pensar em mim
Cá com meus botões
Meu mundo, minha alma
Despejo no papel.
Trago à tona tudo o que há de bom e de pior em mim.
Posso ser o que eu quiser e as coisas são de acordo com a minha perspectiva.
Meu refúgio de tudo, onde eu tento me entender.
Falhas, segredos, anseios e esperanças. Coisas que às vezes eu mesma não sei.
Posso até ficar prolixa, repetitiva ou sem sentido. Hora ou outra nem eu sei de quê estou falando.
Mas é que o meu ser se liberta sem medo com o lápis, o papel, a caneta, o guardanapo, ou o teclado. O que estiver à mão. É impossível conter.
Louvo os grandes poetas, quem me dera ter este dom. Mas gosto de ser assim desordenada. É meu jeito de sentir, experimentar, sonhar, temer, tudo e tanta coisa sem sair do lugar.
Emoções. Simples, complexas, contraditórias, pobres, sujas, livres.
Bato no liquidificador e jogo tudo aqui.
Meu blog, minhas palavras, meu ser fragmentado.
Meu mundo, minha alma.
Despejo no papel.
Trago à tona tudo o que há de bom e de pior em mim.
Posso ser o que eu quiser e as coisas são de acordo com a minha perspectiva.
Meu refúgio de tudo, onde eu tento me entender.
Falhas, segredos, anseios e esperanças. Coisas que às vezes eu mesma não sei.
Posso até ficar prolixa, repetitiva ou sem sentido. Hora ou outra nem eu sei de quê estou falando.
Mas é que o meu ser se liberta sem medo com o lápis, o papel, a caneta, o guardanapo, ou o teclado. O que estiver à mão. É impossível conter.
Louvo os grandes poetas, quem me dera ter este dom. Mas gosto de ser assim desordenada. É meu jeito de sentir, experimentar, sonhar, temer, tudo e tanta coisa sem sair do lugar.
Emoções. Simples, complexas, contraditórias, pobres, sujas, livres.
Bato no liquidificador e jogo tudo aqui.
Meu blog, minhas palavras, meu ser fragmentado.
Meu mundo, minha alma.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Tantas vezes
Tantas vezes chorei de tanto rir, e ri de nervosismo.
Tantas vezes calei quando queria falar e fiz barulho quando era preciso silêncio.
Tantas vezes quis desistir mas acabei pedindo ajuda.
Tantas vezes corri e não alcancei, parei e conquistei.
Tantas vezes me enganei achando que iria acertar e acertei o que de início parecia engano.
Tantas vezes errei, sofri, briguei e não quis ouvir.
Porém não me arrependo de nada. Pois se fiz foi porque arrisquei.
E é arriscando, e errando, que se aprende a viver.
Tantas vezes calei quando queria falar e fiz barulho quando era preciso silêncio.
Tantas vezes quis desistir mas acabei pedindo ajuda.
Tantas vezes corri e não alcancei, parei e conquistei.
Tantas vezes me enganei achando que iria acertar e acertei o que de início parecia engano.
Tantas vezes errei, sofri, briguei e não quis ouvir.
Porém não me arrependo de nada. Pois se fiz foi porque arrisquei.
E é arriscando, e errando, que se aprende a viver.
Mesmo
Mesmo quando eu tento fugir dos meus problemas, eles me perseguem aonde quer que eu vá.
Mesmo com todo o meu esforço pra ficar tranquila tem sempre algo que não me deixa em paz.
Mesmo que eu me distraia, o destino me prega peças e me põe de volta à realidade.
Até quando eu tento falar de coisas felizes, a tristeza acha uma fresta e vem se intrometer em minhas palavras.
Mesmo com todo o meu esforço pra ficar tranquila tem sempre algo que não me deixa em paz.
Mesmo que eu me distraia, o destino me prega peças e me põe de volta à realidade.
Até quando eu tento falar de coisas felizes, a tristeza acha uma fresta e vem se intrometer em minhas palavras.
Assinar:
Postagens (Atom)
